Ao mestre do canto, acompanhado na “Sheminit”, um salmo de David. Salva-me, Eterno, pois não há mais piedosos e, dentre os filhos dos homens, desapareceram os que Te são fiéis. Falsidades são pronunciadas por cada qual para com seu próximo, com duplicidade e falas aduladoras. Destrói, ó Eterno, os lábios bajuladores e a língua que fala com soberba, aqueles que dizem “Prevaleceremos sobre todos com nossa língua; com lábios como os nossos, quem pode ser nosso senhor?” Por causa dos gemidos dos desvalidos e do roubo contra os carentes, “Agirei agora”, dirá o Eterno, “Trarei salvação aos que por ela suspiram.” As palavras do Eterno são confiáveis e sinceras, puras como a prata, por sete vezes depurada no cadinho. Tu, Eterno, os protegerás, preservá-los-ás desde agora para sempre. Em vão os circundam os ímpios, enquanto dentre todos os homens eleva os piedosos.
sábado, 22 de agosto de 2009
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