Ao mestre do canto, um salmo de David. No Eterno eu me refugio; como me poderão dizer: “Foge para a montanha, como um pássaro perseguido”? Vede que os ímpios vergam seus arcos e posicionam suas setas, para das sombras dispará-las contra os íntegros. Quando destruídos são seus alicerces, o que poderia o justo fazer? O Eterno, de Seu sagrado templo, de Seu trono celeste perscruta e Seus olhos vêem; Seu mirar analisa os homens. O Eterno protege o justo, mas o malvado e o injusto Ele rejeita. Sobre os perversos fará chover fogo e enxofre; uma incandescente rajada será sua porção. Pois justo é o Eterno, que ama a retidão, e os puros contemplarão Sua face.
sábado, 22 de agosto de 2009
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