segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Salmo 64
Ao mestre do canto, um salmo de David.
Ouve, ó Eterno, minha voz quando expresso meu lamento; do temor ao inimigo preserva minha vida.
Oculta-me do conluio dos perversos e da conspiração dos ímpios,
que afiam suas línguas como espadas, e como flechas disparam suas palavras cheias de veneno
para alcançar de emboscada o inocente, para sem remorso atingi-lo.
Obstinam-se em sua maldade, conspiram para instalar armadilhas e dizem: “Quem as perceberá?”
Diligentemente buscam pretextos para intrigas nos pensamentos do ser humano e no fundo dos corações.
Mas o Eterno contra eles dispara uma flecha e de pronto os fere.
Sua própria língua lhes provocará o fracasso; todos menearão com desprezo suas cabeças.
Tomar-se-á de temor todo homem, enaltecerá a obra da criação e compreenderá os feitos do Eterno.
Que se alegre o justo no Eterno; Nele se refugie e que glorificados sejam os justos de coração.
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